segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Miséria e pobreza

 

Em mensagem postada na internet, alguém mostra a enorme defasagem existente na execução das políticas assistencialistas do governo e o inexistente progresso por elas alcançados, em que o povo vive em plenas e absolutas miséria e pobreza.

Essa é a triste e até cruel realidade brasileira, praticamente consolidada pelo caldo cultural de ideologia da veneração da mediocridade, onde os valores inerentes à moralidade são suplantados pela predominância do assistencialismo sem limites, exatamente com o propósito de se construir o pior como se isso fosse o melhor, que termina sendo aceito normalmente pela classe dominada e sem a menor consciência sobre os verdadeiros princípios da dignidade e da decência.

O que se percebe claramente é que essa anomalia social faz sentido sob o aspecto político, que é estrategicamente fomentado exatamente com esse propósito de banalizar os princípios da honestidade e da dignidade, na vida pública, em que se privilegia acentuadamente o assistencialismo que é expandido em todos os setores, justamente para beneficiamento daqueles que são carentes dessa forma de auxílio do governo e que pouco importa a forma como a ajuda chega à sua porta, mas sim que ela vem de quem se mostra interessado que isso aconteça, com ou sem honestidade.

O certo é que pouco importa se comparar o tamanho nem a intensidade dos erros praticados por quem foi mais prejudicial aos princípios da dignidade, da honorabilidade nem da moralidade, porque importava mesmo era nunca ter praticado desvio de absolutamente nada, evitando-se a bestialidade da tentativa de mostrar quem é mais ou menos honesto e digno, porque isso tem pouca importância no campo da disputa extremamente antagônica que tem sido a política brasileira.

O povo não tem interesse em comparações especialmente sobre honestidade e moralidade entre políticos, mas sim sobre os eleitos produzidos pelos benefícios recebidos deles, conforme mostram os fatos da vida.

Enfim, à toda evidência, a lição que fica é a da maior clareza possível, no sentido de que só existe uma alternativa de mudança, que é se encontrar caminhos que ensinem como neutralizar as poderosas estratégias das maldades protagonizadas contra o próprio povo, como vem sendo administradas, em forma de paliativos programas assistencialistas do governo.

Essas as medidas assistencialistas precisam ser transformadas em algo motivador de mudança da mentalidade predominante, especialmente para o oferecimento de algo mais atrativo, com vistas à revolução social, no bom sentido, de se alcançar melhores condições de vida, com maciços investimentos em programas voltados para os progressos social e econômico da sua região, especialmente com a realização de importantes obras e instalação de indústrias e fábricas, capazes de gerar muitos empregos.

Conviria que os mesmos brasileiros que se animam em criticar, até com justiça e propriedade, o deplorável status quo, tenham a iniciativa da criação de alternativa inteligente que possa contribuir para a urgente mudança da mentalidade de brasileiros, no sentido de se despertarem para a necessidade das próprias valorização e dignificação, com a conquista da sua honra de verdadeiro ser humano.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 26 de junho de 2026

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