Em mensagem postada na internet, alguém mostra a enorme defasagem
existente na execução das políticas assistencialistas do governo e o
inexistente progresso por elas alcançados, em que o povo vive em plenas e
absolutas miséria e pobreza.
Essa é a triste e até cruel realidade brasileira, praticamente
consolidada pelo caldo cultural de ideologia da veneração da mediocridade, onde
os valores inerentes à moralidade são suplantados pela predominância do
assistencialismo sem limites, exatamente com o propósito de se construir o pior
como se isso fosse o melhor, que termina sendo aceito normalmente pela classe
dominada e sem a menor consciência sobre os verdadeiros princípios da dignidade
e da decência.
O que se percebe claramente é que essa anomalia social faz sentido sob o
aspecto político, que é estrategicamente fomentado exatamente com esse
propósito de banalizar os princípios da honestidade e da dignidade, na vida
pública, em que se privilegia acentuadamente o assistencialismo que é expandido
em todos os setores, justamente para beneficiamento daqueles que são carentes
dessa forma de auxílio do governo e que pouco importa a forma como a ajuda
chega à sua porta, mas sim que ela vem de quem se mostra interessado que isso
aconteça, com ou sem honestidade.
O certo é que pouco importa se comparar o tamanho nem a intensidade dos
erros praticados por quem foi mais prejudicial aos princípios da dignidade, da
honorabilidade nem da moralidade, porque importava mesmo era nunca ter
praticado desvio de absolutamente nada, evitando-se a bestialidade da tentativa
de mostrar quem é mais ou menos honesto e digno, porque isso tem pouca
importância no campo da disputa extremamente antagônica que tem sido a política
brasileira.
O povo não tem interesse em comparações especialmente sobre honestidade
e moralidade entre políticos, mas sim sobre os eleitos produzidos pelos
benefícios recebidos deles, conforme mostram os fatos da vida.
Enfim, à toda evidência, a lição que fica é a da maior clareza possível,
no sentido de que só existe uma alternativa de mudança, que é se encontrar
caminhos que ensinem como neutralizar as poderosas estratégias das maldades
protagonizadas contra o próprio povo, como vem sendo administradas, em forma de
paliativos programas assistencialistas do governo.
Essas as medidas assistencialistas precisam ser transformadas em algo
motivador de mudança da mentalidade predominante, especialmente para o
oferecimento de algo mais atrativo, com vistas à revolução social, no bom
sentido, de se alcançar melhores condições de vida, com maciços investimentos
em programas voltados para os progressos social e econômico da sua região,
especialmente com a realização de importantes obras e instalação de indústrias
e fábricas, capazes de gerar muitos empregos.
Conviria que os mesmos brasileiros que se animam em criticar, até com
justiça e propriedade, o deplorável status quo, tenham a iniciativa da
criação de alternativa inteligente que possa contribuir para a urgente mudança
da mentalidade de brasileiros, no sentido de se despertarem para a necessidade
das próprias valorização e dignificação, com a conquista da sua honra de
verdadeiro ser humano.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 26 de junho de 2026
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