Diante de surpreendente presença do admirável e querido Souza Lopes,
amigo de longa data, que já fazia longo tempo que nós nos vimos, eu escrevi a
mensagem a seguir.
Caro irmão Souza Lopes, saiba você que meu coração se encheu de boas
energias ao revê-lo, depois de muito tempo do nosso último encontro.
Você e todos os amigos do Conselho habitam no meu coração, em local
especial, porque o nosso convívio foi muito construtivo, em forma de amizade de
alto padrão de confiança e respeito mútuos.
Alegro-me em saber que o amigo está bem de saúde, curtindo o merecido
ócio da inatividade, no calor da família, a sorridente Lídia, os filhos e os
netos, nada melhor para quem construiu, com muita dedicação, as bases para o
usufruto das benesses da vida da terceira idade, que tem por único propósito a
oportunidade de ser feliz.
Ao falar em felicidade, digo que a encontrei na paixão avassaladora de
escrever uma montanha de bobagens, em forma de crônicas diárias, que as
condenso em livros, cujo acervo eu considero extraordinário, no total de 87
livros.
Essa façanha me faz, segundo informação constante do Google, o oitavo
escritor brasileiro que mais publicou livros, porque o sétimo e o nono maiores
escritores em publicação escreveram, respectivamente, 100 e 58 livros.
Estou entre os dois, sem que meu nome ainda conste no Google.
O importante é o registro da nossa satisfação, minha e de Aldenir, em
reencontrar o querido irmão de longa data.
Felicidades...
Brasília, em 4 de agosto de 2026
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