Em contato com uma repórter, ela comparou o governador de São Paulo a
uma máquina, de tanta sabedoria que ele transparecer em forma de abrangentes
conhecimentos.
É pena que político reconhecidamente comparável à máquina, por sua
potencialidade de conhecimentos, preparos e competência, seja completamente
ignorado e desprezado para candidato ao relevante cargo de presidente da
República.
Isso mostra, de forma bastante visível, caprichado detrimento da
importância do Brasil, que certamente não merece candidato só porque ele é
filho de ex-presidente do país, que se considera o dono da oposição brasileira,
sem ter o mínimo mérito para tanto, porque ele se encontra alijado das
atividades políticas e sequer poderia ter, sozinho, empurrado de goela abaixo
dos brasileiros o seu filho como o principal candidato da oposição, algo
extremamente inaceitável em país minimamente democrático.
À toda evidência, o não aproveitamento desse político como candidato ao
Palácio do Planalto se traduz em enorme e irreparável perda para o Brasil,
porque ele realente reúne os necessários requisitos de qualidade para o
preenchimento desse importante cargo.
Na verdade, ele estaria bem melhor como candidato à Presidência do país,
visto que aproveitaria a sua experiência como governador do maior estado
brasileiro, como industrial e econômico, a par de ter realizado excelente
administração, que muito agrada aos paulistanos.
Infelizmente, o Brasil e os brasileiros perdem excelente oportunidade
para eleger político qualificado para presidir o país, por se acreditar que ele
seria capaz de promover as tão sonhadas e necessárias mudanças no país, em
termos de moralidade, honestidade, competência, eficiência e responsabilidade.
Apelam-se por que os brasileiros resolvam eleger o candidato menos ruim
para o Brasil entre os que já estão oficialmente na disputa presidencial.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 11 de agosto de 2026
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