segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Esperança de boas eleições

 Em razão das dúvidas remanescentes da última eleição presidencial, não se pode acreditar que o futuro e próximo pleito eleitoral transcorra com a necessária legitimidade, uma vez que nada foi acrescentado, em termos de aperfeiçoamento, ao processo anterior, que permanece como antes no quartel de Abrantes.

Não há a menor dúvida de que as eleições brasileiras precisam ser respaldadas pelos critérios da licitude e da segurança jurídica sobre o resultado das urnas. Isso é apenas a pretendida forma representativa da necessária civilidade brasileira, como país evoluído democraticamente.

Agora, não tem o menor cabimento que o sistema eleitoral brasileiro fique à mercê de ameaças indevidas e oportunistas externas, por mais poderoso que seja o país que pensa ter o domínio universal.

Ou o Brasil cria vergonha e dignidade, especialmente nos seus atos eleitorais, ou o predomínio do descrédito há de fortalecer, por completo, a desordem e o desrespeito, em termos de segurança jurídica e da devassidão da consistência da soberania nacional.

Que todas as suspeitas de inconsistência jurídica, ao menos, sirvam de forma expressiva como instrumento de severas alertas sobre desvios da possível normalidade eleitoral, como forma preventiva para os necessários cuidados quanto à importância da credibilidade inerentes aos resultados do pleito eleitoral.

Acorda, Brasil

            Brasília, em 28 de julho de 2026

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