Em texto publicado na internet, alguém escreveu que “Nada precisa
acrescentar: Estados Unidos têm 38 milhões de pobres, 20 milhões de indigentes
e 40 milhões de drogados. De quem é a culpa? Do comunismo?”.
A mensagem acima aponta uma séria de deficiências existentes no país que
é modelo de democracia, deixando de indicar, no texto, as gigantescas vantagens
existentes nessa mesma nação que é nada mais, nada menos, a primeira potência
mundial, tanto na industrialização como nos direitos humanos e nas liberdades
democráticas.
Nos países de regime comunista, salvo o principal deles, que adota o
regime misto comunista e capitalista, todos vivem na miséria e pobreza impostas
ao seu povo, que é subjugado ao totalitarismo estatal. isso vale dizer que todo
o povo é pobre e indigente, dependente da ajuda do governo e sem direito algum
aos benefícios mundiais das liberdades e dos avanços e das conquistas da
modernidade científica e tecnológica.
A questão é saber se os milhões de pobres, indigentes e drogados dos
Estados Unidos gostariam de viver em país de regime comunista?
É evidente que a culpa pelas mazelas impostas a esses norte-americanos
não é do regime comunista, mas sim das estruturas próprias do país, que têm
demonstrado descuido especialmente no zelo para com essas classes de pessoas,
mas obviamente sem descurar da essencialidade da preservação dos princípios
fundamentais da vida humana, que são as liberdades individuais e democráticas,
absolutamente inexistentes nos países que adotam o regime comunista.
Enfim, de que validade tem mesmo para a humanidade o regime totalitário,
próprio do comunismo, quando a essência da vida humana, na forma das liberdades
de expressão e democráticas, é absolutamente ignorada?
Quais outros sonhos têm significado para o homem, se a sua
essencialidade da vida plena é privada, obstruída por regras estatais
limitadoras da valorização do homem?
Brasília, em 20 de julho de 2026
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