segunda-feira, 31 de agosto de 2026

De quem é culpa?

 

Em texto publicado na internet, alguém escreveu que “Nada precisa acrescentar: Estados Unidos têm 38 milhões de pobres, 20 milhões de indigentes e 40 milhões de drogados. De quem é a culpa? Do comunismo?”.

A mensagem acima aponta uma séria de deficiências existentes no país que é modelo de democracia, deixando de indicar, no texto, as gigantescas vantagens existentes nessa mesma nação que é nada mais, nada menos, a primeira potência mundial, tanto na industrialização como nos direitos humanos e nas liberdades democráticas.

Nos países de regime comunista, salvo o principal deles, que adota o regime misto comunista e capitalista, todos vivem na miséria e pobreza impostas ao seu povo, que é subjugado ao totalitarismo estatal. isso vale dizer que todo o povo é pobre e indigente, dependente da ajuda do governo e sem direito algum aos benefícios mundiais das liberdades e dos avanços e das conquistas da modernidade científica e tecnológica.

A questão é saber se os milhões de pobres, indigentes e drogados dos Estados Unidos gostariam de viver em país de regime comunista?

É evidente que a culpa pelas mazelas impostas a esses norte-americanos não é do regime comunista, mas sim das estruturas próprias do país, que têm demonstrado descuido especialmente no zelo para com essas classes de pessoas, mas obviamente sem descurar da essencialidade da preservação dos princípios fundamentais da vida humana, que são as liberdades individuais e democráticas, absolutamente inexistentes nos países que adotam o regime comunista.

Enfim, de que validade tem mesmo para a humanidade o regime totalitário, próprio do comunismo, quando a essência da vida humana, na forma das liberdades de expressão e democráticas, é absolutamente ignorada?

Quais outros sonhos têm significado para o homem, se a sua essencialidade da vida plena é privada, obstruída por regras estatais limitadoras da valorização do homem? 

Brasília, em 20 de julho de 2026

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