segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Senilidade

 

De acordo com mensagem postada na internet, um cientista político teria afirmado que o presidente do país vive efeito do último ex-presidente norte-americano, que demonstrava problemas de ideias e expressão, por conta da idade avançada dele.

Ressalte-se que o efeito, certamente maligno, mencionado pelo cientista político se refere precisamente à possível senilidade do atual presidente do país, que já ultrapassou dos oitenta anos de idade e tem realmente demonstrado problemas de cognição na expressão dos seus pensamentos.

Isso é algo realmente considerado extremamente prejudicial ao exercício do relevante cargo presidencial, que exige jovialidade de ideias e de conhecimentos, para o enfrentamento dos elevadíssimos assuntos de interesse nacional.

Na verdade, ao contrário do que é afirmado, isso pode até nem influenciar diretamente na decisão de muitos eleitores, porque eles estão muito mais movidos pela deplorável e prejudicial causa ideológica do que pela própria defesa dos interesses do Brasil.

A causa nacional deveria ter prioridade sobre todas as outras ideias, inclusive ideológicas, pessoais ou partidárias, ainda mais havendo o envolvimento da senilidade como fator extremamente delicado e preocupante, que precisa ser levado na devida conta, quando se encontram em jogo a grandeza e os valores maiores e prioritários do Brasil.

À toda evidência, o país precisa e exige que seja presidido com competência, eficiência e responsabilidade, sem a possibilidade do menor risco por ser prejudicado por falha causada por curta memória, que pode advir de pessoa com idade já avançada, à vista da recente experiência observada com o ex-mandatário norte-americano, que foi obrigado a interromper a carreira política para não prejudicar ainda mais os interesses daquele país.

Enfim, o presente alerta pode ter sido feito em boa hora, quanto à possível senilidade do presidente brasileiro, que serve de importante lição para os brasileiros se conscientizarem sobre a imperiosa necessidade de se pensar sobretudo nos interesses do Brasil, consistentes, em especial, na defesa de boas causas que poderão advir com a renovação da classe política, com a possibilidade da introdução de novas mentalidades sobre moralidade, competência, eficiência, honestidade e responsabilidade, princípios estes tão urgentes, carentes e exigidos na administração do Brasil?

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de agosto de 2026

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