De acordo com mensagem postada na internet, um cientista político teria
afirmado que o presidente do país vive efeito do último ex-presidente
norte-americano, que demonstrava problemas de ideias e expressão, por conta da
idade avançada dele.
Ressalte-se que o efeito, certamente maligno, mencionado pelo cientista
político se refere precisamente à possível senilidade do atual presidente do
país, que já ultrapassou dos oitenta anos de idade e tem realmente demonstrado
problemas de cognição na expressão dos seus pensamentos.
Isso é algo realmente considerado extremamente prejudicial ao exercício
do relevante cargo presidencial, que exige jovialidade de ideias e de
conhecimentos, para o enfrentamento dos elevadíssimos assuntos de interesse
nacional.
Na verdade, ao contrário do que é afirmado, isso pode até nem
influenciar diretamente na decisão de muitos eleitores, porque eles estão muito
mais movidos pela deplorável e prejudicial causa ideológica do que pela própria
defesa dos interesses do Brasil.
A causa nacional deveria ter prioridade sobre todas as outras ideias,
inclusive ideológicas, pessoais ou partidárias, ainda mais havendo o
envolvimento da senilidade como fator extremamente delicado e preocupante, que
precisa ser levado na devida conta, quando se encontram em jogo a grandeza e os
valores maiores e prioritários do Brasil.
À toda evidência, o país precisa e exige que seja presidido com
competência, eficiência e responsabilidade, sem a possibilidade do menor risco
por ser prejudicado por falha causada por curta memória, que pode advir de
pessoa com idade já avançada, à vista da recente experiência observada com o
ex-mandatário norte-americano, que foi obrigado a interromper a carreira
política para não prejudicar ainda mais os interesses daquele país.
Enfim, o presente alerta pode ter sido feito em boa hora, quanto à
possível senilidade do presidente brasileiro, que serve de importante lição
para os brasileiros se conscientizarem sobre a imperiosa necessidade de se
pensar sobretudo nos interesses do Brasil, consistentes, em especial, na defesa
de boas causas que poderão advir com a renovação da classe política, com a
possibilidade da introdução de novas mentalidades sobre moralidade,
competência, eficiência, honestidade e responsabilidade, princípios estes tão
urgentes, carentes e exigidos na administração do Brasil?
Acorda, Brasil!
Brasília, em 8 de agosto de 2026
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