segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Recorde da dívida pública!

 

O encerramento do mandato do presidente do país poderá ter a dívida pública superior a R$ 10 trilhões e o déficit fiscal histórico, ou seja, recorde.

A verdade é que a arrecadação bate recordes à custa de novos impostos, surgidos em cada ano, mas as contas públicas continuam no vermelho, porque o governo gasta mais do que arrecada, aumentando a necessidade de emitir dívida para financiar suas despesas.

Como resultado dessa notória incompetência, o ônus é repassado para os contribuintes, na forma de juros elevados; falta de recursos para investimentos em serviços e obras públicas; maior risco para a economia e para a geração de empregos; a conta é passada para as próximas gerações e o país perde oportunidade de desenvolvimento.

Convém ficar claro que o equilíbrio das contas públicas não se trata de questão ideológica, mas sim de responsabilidade com o controle dinheiro do contribuinte, que é feito por meio de gerenciamento competente e responsável.

A dívida pública brasileira ultrapassa a cifra de dez trilhões de reais, que é algo incontrolável e certamente também impagável, diante da falta de medidas saneadoras pertinentes.

Esse terrível descontrole das contas públicas caracteriza incompetência e falta de zelo para com o patrimônio dos brasileiros, quer por muitos fatores que contribuem para os excessivos e os desenfreados gastos do governo.

A verdade é que a principal causa desse disparate nas contas públicas diz respeito à frouxidão nas despesas, em que o governo gasta muito mais do que arrecada, sendo obrigado a pegar emprestado recursos, a juros elevados, para pagar as suas despesas, que são compostas também por desperdícios e excessos de compromissos que poderiam ser economizados por meio de políticas de austeridade, mas estas são completamente inexistentes em governo absolutamente indiferente ao caos que tem sido o progressivo incremento da dívida pública.

A preocupação com o controle das contas públicas é exigência de longa data, por meio de severo e rigoroso aperto das torneiras por onde escorrem os milionários recursos dos contribuintes, que apenas se acomodam passivamente, sem reagir aos abusos dos gastos praticados pelo governo.

A propósito dessa tragédia anunciada, que tem reflexo direto como inevitável ônus para aos brasileiros, nada melhor do que eles se interessarem um pouco mais em defesa do seu bolso, com a preocupação de somente eleger candidatos que demonstrassem qualquer forma de austeridade e responsabilidade, em especial com o gerenciamento das contas públicas.

A verdade é que as despesas precisam urgentemente ser dimensionadas exclusivamente em razão das receitas, como normalmente fazem os países evoluídos e sérios, em termos de orçamentos públicos, que são considerados os principais instrumentos de governo.

Na prática, nada se faz nem produz em benefício da população sem a disponibilização de recursos vindos dos cidadãos, sem necessidade de financiamentos para a cobertura de rombos orçamentários, como é o caso recorrente no governo atual, que é a razão do abusivo estouro das contas públicas, certamente impagável, por conta da incompetência e da irresponsabilidade estampadas na despreocupação com medidas saneadoras dessa terrível tragédia orçamentária.

Apelam-se aos brasileiros por que reflitam sobre a importância da alternância do poder supremo do Brasil, em nome do amor não somente ao país, mas especialmente ao seu bolso, para que o candidato eleito ao cargo presidencial demonstre interesse em mudar essa catástrofe, sob pena de a dívida pública brasileira se tornar ainda mais perversa e prejudicial aos interesses do país e dos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de agosto de 2026

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