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terça-feira, 19 de junho de 2012

Saudação à vida

Bendito seja Deus ao enviar, principalmente para os amados Clara e Andersen, um presente muito especial, que estava sendo aguardado por bastante tempo e com enorme ansiedade. A encomenda divina foi tão sensacional que, do seu envio do céu até o seu recebimento na terra, houve necessidade de ser transcorrido longo percurso que se prolongou por quase três meses. Somente após esse lapso temporal foi permitida a agradável manifestação celestial, fato esse que fez questão de ignorar os notórios conhecimentos científicos de medicina, que os destinatários e futuros pais dominam com relativa facilidade. Enquanto isso, o neném já vivia desconfiado e um pouco frustrado, pelo fato de que, lá no céu, os anjos falavam da ocorrência de muitas comemorações, embaladas por incontidas animações e alegrias desejosas de boas-vindas, que são feitas sempre quando há ciência da chegada de alguém no planeta Terra, porquanto a notícia alvissareira tem o poder de contagiar as pessoas. Essa comemoração demorou pouco mais do que o normal para acontecer, na contagem de quem estava ávido para passar a ser, o quanto antes, o centro das atenções para o resto da sua vida. Por ter sido tão inusitado e auspicioso, esse fato concorreu ainda mais para aumentar o contentamento e a satisfação do anúncio da chegada de mais um netinho ou netinha, que vem contribuir em muito para o fortalecimento da felicidade já existente no seio de nossa família, notadamente quando já se conta, no nosso caso, com as maravilhosas presenças dos queridos Ana Luísa e Pedro Henrique, sempre muito sapecas, alegres e ativos, os quais por certo, como os avós e tios, ficaram bastante contentes e animados com a revelação da próxima chegada do neném, que já tem garantida aprendizagem especial e de primeira qualidade, ministrada pelos nominados priminhos, que, embora com pouca existência entre nós, já aprenderam as artimanhas naturais de como animar a vida de seus pais e tirar-lhes o fôlego, literalmente, com facilidade. Não há dúvida alguma de que o atraso na entrega desse fantástico presente constituiu mais uma sábia lição divina, porque esse fato contribuiu também para abreviar, em igual período de três meses, a normal expectativa da chegada do bebê ao nosso convívio, fazendo com que as festas natalinas, sempre comemoradas com sentimentos descontraídos de confraternização e muitas alegrias, em regozijo ao nascimento de Jesus Cristo, sejam este ano mais felizes e inesquecíveis do que nos anos anteriores, em razão da presença de mais um componente na nossa harmoniosa família. Ao ensejo, ajoelhamo-nos diante de Deus, para louvar e agradecer pela beleza do envio desse magnífico presente, que, de modo bem afortunado, somente será descortinado diante de nossos olhos, em razão da sua preciosa significância para nós, exatamente no mês em que se festeja o natalício daquele menino de Nazaré. Obrigado, meu Deus, por mais esse prodigioso acontecimento em nossas vidas e por ter propiciado este momento de felicidade. Parabéns, Clara e Andersen pelo seu neném.
 
ANTONIO ADALMIR FERNANDES
 
Brasília, em 19 de junho de 2012

domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal

Nesta época natalina, há sempre maior preocupação das pessoas para cuidar de seu modo de vida, atentas à necessidade natural de melhorar a sua convivência e integração com seu próximo. Diante disso, é indispensável que haja priorização na reciclagem em sua conduta de vida, seus sentimentos e relacionamentos. As pessoas poderiam aproveitar a ocasião natalina para avaliar a intensidade das pinceladas, da dosagem e da tonalidade das cores a serem adequadamente aplicadas no momento do seu relacionamento com o próximo, de modo que isso possa servir de base para o aperfeiçoamento do cenário dos seus quadros, que ainda serão pintados ao longo da estrada que o destino reserva para suas vidas. Nesses quadros, que as pessoas ainda hão de pintar, não comporta senão belas e maravilhosas paisagens, onde somente existe espaço para as pinceladas bem pensadas e caprichadas, com bastante carregamento de compreensão, amor, tolerância, compaixão, carinho e tudo o mais que possa refletir e materializar o verdadeiro sentido da expressão natalina, cujo sentimento é importante que permaneça no coração das pessoas, todos os dias de suas vidas. Aproveitando o período natalino, a humanidade reverencia e agradece a vinda de Jesus Cristo à Terra, para pregar os ensinamentos de humildade e de amor ao próximo. É também nessa ocasião que as pessoas procuram aperfeiçoar seus sentimentos de amor e confraternização, porque o espírito do Natal é capaz de disponibilizá-las a oportunidade de viver intensamente uma fase importante da sua existência. Os benefícios e os eflúvios maravilhosos dos festejos natalinos têm propiciado a construção de um novo mundo, em face do seu poder de renovação dos estímulos positivos para o melhoramento das aspirações, dos projetos de vida e dos pensamentos sobre o sentido do que somos e da esperança em alcançar sempre o bem e a felicidade para todos. Não há dúvida de que, no Natal, também tem sido possível aproveitar especial oportunidade para o sincero agradecimento a Deus, pela salutar convivência com pessoas maravilhosas e amáveis e pela suprema generosidade de permitir a sua reunião em família, para confraternização, em perfeita sintonia com os sentimentos natalinos. Em honra a Deus por toda bondade, devemos rezar a oração que Jesus Cristo nos ensinou: “Pai Nosso...”.   

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
 
Brasília, em 25 de dezembro de 2011  

sábado, 24 de dezembro de 2011

A humanidade em festa

O fim de mais um ano é o momento propício não somente para agradecer ao bondoso Pai, pelo privilégio da convivência com harmonia, entendimento e construção de pensamentos saudáveis com familiares e amigos, mas sobretudo para aproveitar o resultado das realizações e extrair o seu precioso substrato que possibilitou contribuir para o crescimento da felicidade familiar, que tem sido a essência dos ensinamentos cristãos. Embora mesmo sob obstáculos naturais da vida, o final do ano é sempre a época especial para se intensificar a reafirmação do amor que sentimos uns pelos outros, como forma necessária para que essa manifestação espontânea se potencialize dentro de cada ser humano, tendo como objetivo externar o sublime valor sentimental que a dádiva da vida graciosamente oferece para o nosso usufruto. Não há dúvida de que a nossa doutrina de vida pode e dever ser objeto de constante aprimoramento, mas o final do ano, com maior razão, reveste-se de motivo especial para que isso seja feito obrigatoriamente, para que o ano novo possa ser trilhado por caminhos que indiquem a melhor maneira da obtenção da felicidade, tendo por base a avaliação do resultado obtido no ano anterior, quando apenas as coisas boas devem ser repetidas para o aproveitamento de todos, porque, por certo, o ano que se aproxima somente será verdadeiro novo se houver bons propósitos para a melhoria das nossas ações, como mensageiras de boas e efetivas realizações. As intenções quanto à realização de boas ações não podem estar desassociadas da presença de Deus, que certamente não tem faltado com a sua permanente companhia em todos os dias de nossas vidas. Agora, em pleno festejo do nascimento de Jesus Cristo, sentimo-nos ainda mais perto de Deus e nos confortamos em puder agradecer-Lhe pela maravilha da vida e por tudo que Ele propiciou para os homens, em especial por esse dom de poder difundir seus princípios fundamentais de amor ao próximo e sentir que a vida só tem valor se existir esse verdadeiro amor entre as pessoas. Neste momento de festas natalinas e de final de ano, em que a sensibilidade aflora com intensidade a presença de Deus em nossas vidas, parece que as nossas preces são mais facilmente ouvidas por Ele e isso possibilita direta aceitação de nossos agradecimentos, por tudo de bom que recebemos durante mais um ano de nossas vidas. Aproveitando esse momento benfazejo que paira em nossas vidas, convém augurar ao generoso Deus que, ao ensejo das comemorações do natalício de seu prestimoso e amado filho Jesus Cristo, proporcione à humanidade bons fluidos de amor, felicidades, paz, harmonia, prosperidade e saúde, no decorrer dos festejos natalinos e durante todo o ano que se aproxima. O bom momento nos convida a entoar, em honra ao aniversariante Jesus Cristo, a oração por Ele ensinada: “Pai Nosso...”.
           
ANTONIO ADALMIR FERNANDES
Brasília, em 25 de dezembro de 2011

Confraternização natalina

Ao criar o mundo, o Arquiteto do Universo se deparou com vasta imensidão de problemas para equacionar e encontrar solução para todos eles. As questões iam sendo resolvidas uma a uma, às mil maravilhas, começando com a criação do firmamento, dos planetas, inclusive da Terra, dos rios e mares e de todas as belezas existentes na natureza, concluindo com o seu fantástico funcionamento e tudo era encaixado perfeitamente nos moldes do planejamento concebido pelo sábio e criador de todas as coisas, mas, eis que, de repente, surge um assessor celestial suscitando a mais importante dúvida da criação do mundo, dizendo que não havia encontrado nada sobre a história da família Fernandes/Dutra. No entanto, no plano maior da sua sabedoria, o Criador disse que esse fato já estava traçado nas estrelas e esclareceu que será criada uma esplendorosa cidade, com monumentos modernos e arquitetura avançada, centralizada na Região Centro-Oeste do Brasil, que se chamará Brasília, onde será destinado o porto seguro dessa família, que terá em seu lar três maravilhosos filhos, os quais hão de fazer todo possível para demonstrar o seu reconhecimento pelos esforços e pela dedicação objetivando a construção de invejável vida familiar, cheia de carinho, compreensão e amor. Com o passar do tempo, hão de vir os netos, para incrementar e turbinar ainda mais a felicidade já existente no seio dessa alegre e fantástica família. Felizmente, as promessas divinas foram confirmadas e, agora, estamos aqui, em primeiro plano, agradecendo ao bondoso Deus pela dádiva da vida, pela convivência proveitosa de mais um ano, pela união de pensamentos, pelo amor que sentimos uns pelos outros, pela construção de bons propósitos e pela esperança de novos dias maravilhosos e repletos de boas realizações, contando com as benfazejas bênçãos celestiais, de onde também tem vindo os fluidos de paz e harmonia, que nos fortalecem no dia a dia de nossas vidas, e também para celebrarmos a importante data do nascimento de Jesus Cristo, que veio ao mundo para mostrar, com atos e exemplos, a necessidade da prática do amor e da generosidade para com o nosso próximo. Como forma de reconhecimento por todas as bondades e graças recebidas do nosso Pai eterno e de podermos festejar, com júbilo e muita alegria, o natalício do seu amado filho Jesus Cristo, entoamos a oração que possibilita a ligação de nossos pensamentos aos princípios de amor e fraternidade. Pai Nosso... Obrigado, Senhor!             
ANTONIO ADALMIR FERNANDES
 
Brasília, em 25 de dezembro de 2011