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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Aniversário de Aldenir

 Todos os dias, agradecemos as graças divinas pelas dádivas da vida, porém hoje, dia 04 de outubro, o reconhecimento é especial por se destinar à comemoração do aniversário de Aldenir. É evidente que, em respeito à privacidade feminina, não é de bom tom que seja exposto o número de natalícios já transcorridos na sua vida, mas a idade agora atingida é bem significativa e muito importante também para mim, Alysson, Aline, Andersen, Viviane, Clara, Ana Luísa e Pedro Henrique, que convivemos proximamente no dia a dia em família e temos perfeitas condições de dimensionar e atestar o quanto é precioso o convívio com uma pessoa possuidora de predicativos ímpares e imbuída de evidentes princípios de amor e dedicação ao próximo, de astral sempre elevado e de disposição insuperável de ajuda e cooperação, tudo combinando com a sua personalidade por natureza simples, fraternal, humilde e afável, e à sua desambição por algo pessoal. As suas características fortes são o poder e a força de superação dos obstáculos e de estímulo às pessoas para alcançarem seus objetivos, não importando o tamanho das dificuldades. É muito reconfortante e motivo de sublime alegria e satisfação para nós podermos contribuir, de alguma forma, para que esta data seja plena de felicidades para a aniversariante e, por extensão, para nós, seus familiares e amigos. Com a força de nossas orações, agradecemos a Deus pelo contentamento de mais um natalício na vida de Aldenir e auguramos com a fé inabalável que esta data seja muitas e muitas vezes mais comemorada, com bastante saúde, paz e felicidades para a aniversariante e seus eternos admiradores. Parabéns, Aldenir, com os beijos meus, de seus filhos, suas noras e seus netinhos...

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
Brasília, em 04 de outubro de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Epopeia

Quem um dia não gostaria de narrar um pouco de sua trajetória de vida, em homenagem à terra natal, à localidade adotada como lugar ideal para viver ou às pessoas que lhe são gratas e importantes, como forma de demonstrar toda ternura de sentimentos ou enaltecer as maravilhas e os benefícios que o poder supremo quis que tudo acontecesse conforme a previsão. A minha sorte superior ocorreu quando decidi desbravar o saudoso alto sertão paraibano, saindo bem ali mesmo da então pequenininha, mas sempre amada e querida Uiraúna, cidade encravada numa bela e aconchegante planície, constituída de brava gente muito trabalhadora, inteligente e bastante sonhadora. Foi exatamente no embalo dos sonhos que embarquei com destino à terra prometida e visionária de Dom Bosco, tendo desembarcado oito dias depois na Capital da Esperança, no dia 08 de março de 1966, numa noite muito fria, porém de céu estrelado, como se estivesse engalanada para recepcionar com boas vindas o mais novo e corajoso candango, que trazia a tiracolo uma valise superlotada de esperanças e, de quebra, alguns sonhos, tendo como acompanhamento enorme disposição para enfrentar um mundo novo e totalmente deslumbrante e desafiador, mas as circunstâncias do momento exigiam renascimento, crescimento de propósitos e muita coragem para ir à luta com muita garra. Os desafios começariam a ser enfrentados com a mesma disposição de quem sempre se houve como verdadeiro guerreiro já calejado de tanto superar obstáculos, desde tenra idade. Tratava-se apenas de dar continuidade ao destino já traçado para a minha vida e tinha algo parecido com a magistral, célebre e profética lição do maior e mais festejado presidente da República do Brasil, Dr. Juscelino Kubitschek, neste belo texto: “Deste planalto central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino.”. O desafio do Brasil era tremendo, enquanto o meu se agigantava nas circunstâncias do pioneirismo e da absoluta falta de experiência profissional. Contudo, a sorte estava bem ao meu lado e os anjos protetores iam aparecendo concomitante ao surgimento das necessidades, os quais foram importantes colaboradores e me ajudaram além do meu merecimento, cabendo destaque especial para meu padrinho Dr. Pinheiro Rocha, sua esposa dona Kilma, Dr. Luís Gomes, Senhor de Verton, sua esposa Terezinha, Getúlio Pinheiro, Lima, Expedito de Odel, Severino Moreira, sua esposa Avanilde, Antônio Revil, sua esposa dona Maria, e outras pessoas valiosas que, de uma forma ou de outra, contribuíram com o seu indispensável apoio, contribuindo para que o ponto de partida dessa maravilhosa jornada se fundamentasse numa base sólida, que foi sendo sedimentada com a solidariedade, o incentivo, a orientação, a disponibilidade e a doação de ilimitada generosidade de cada um, a quem dedico, de coração, preitos de gratidão e agradecimento, por tudo o que eles fizeram por mim e pelo que eles significam nessa longa, árdua e bem sucedida trajetória. Não há a menor dúvida de que os frutos positivos que venho colhendo não resultaram somente das sementes plantadas por mim, porquanto as árvores vicejaram com a imprescindível ajuda e participação de pessoas especiais, abnegadas e queridas, a quem rendo as merecidas homenagens de reconhecimento.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
 
Brasília, em 25 de agosto de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Parabéns para os pais

Historicamente, o calendário registra que hoje é uma data muito especial, destinada à comemoração ao Dia dos Pais, que estão prontos para receber os parabéns pelo desempenho de sua mais importante atribuição nesta vida e que eles sentem-se orgulhosos do cumprimento dessa dádiva divina. A importância desse dia se torna efetivada, na sua plenitude, por oportunizar, em muitos casos, evidentemente, a materialização de se reunir ao redor da mesma mesa todos os filhos e, conforme o caso, os netos e demais familiares queridos, para a celebração, em reconhecimento à sua dedicação e ao seu permanente amor, de tão prazeroso e feliz momento, em que os patriarcas aproveitam para agradecer comovidos, em primeiro plano, ao Pai supremo a graça e o privilégio de merecer a confiança e a grande responsabilidade de contribuir para a concepção, criação, orientação e formação de futuros pais. A oportunidade também é convidativa para agradecer aos pais ausentes e àqueles que, após o fiel cumprimento de sua importante missão terrena, estão agora em comunhão, também comemorando, em planos superiores. Em honra e agradecimento ao Pai de todos nós, a ocasião é propícia para que seja lembrada e reverenciada a sua lição de amor filial, qual seja, “Pai nosso, que... (rezar toda oração). Amém!
                                                                   
ANTONIO ADALMIR FERNANDES
   
Brasília, em 14 de agosto de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Homenagem post mortem

Não há qualquer dúvida de que a homenagem prestada a alguém ainda em vida é uma prova inequívoca de distinção e apreço. Porém, quando a honraria é dedicada à pessoa ausente do nosso convívio, como a que se presta agora, post mortem, a Maria Dalila Rocha, pela Revista Uiraúna, que acaba de ser divulgada nesta data, isso é motivo especial de júbilo, cuja importância é por demais significativa para seus descendentes, demais familiares e amigos, porque a lembrança agora tem o poder restaurador dos valores e especialmente das virtudes da laureada, porquanto a sua representação e o seu legado permanecem vivos e convivem eternamente entre nós, servindo como forma perene de gratidão e de reconhecimento pela sua dedicação e o seu amor ao próximo, demonstrados evidentemente na sua existência. Por tudo isso, a família, especialmente os filhos, da homenageada tem o dever e a satisfação de prestar pleito de gratidão, reconhecimento e agradecimento aos editores e responsáveis pela edição daquela importante e conceituada revista, pela forma atenciosa e prestimosa com que se prontificaram à publicação da homenagem em referência.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES 

Brasília, em 11 de março de 2011


                                                                    

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Uma vida vida de superação e amor

                                        
 “Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de se arrancar o que plantou; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de amar, e tempo de aborrecer; ...” (Eclesiastes).
Portanto, nada surge ou sucede simplesmente por acaso. Tudo acontece no seu exato e devido momento, porquanto há o tempo de semear e o tempo de colher. Assim como há o tempo para nascer e outro para morrer...
Com inspiração nesses princípios bíblicos e por ter sido pessoa que os experimentou intensamente, é possível se inferir que Maria Dalila Rocha nasceu abençoada por Deus, tendo recebido do Criador dom excepcional para lançar sementes férteis, fecundar uma história bonita e maravilhosa e colher belos frutos, virtudes essas que enchem de orgulho e de felicidade os seus descendentes, pelo seu magnífico legado de exemplos de atitudes e procedimentos edificantes e extraordinários.
O seu ventre foi fonte especial da geração e fecundação de nove filhos, a saber: Canidé, Antonio, Dalivan, José, Luiz, Vandali I (falecida ainda bebê), Vandali, Cláudio e Adamilto, todos criados com muito carinho, incomparável dedicação e inexcedível amor. Além dos filhos naturais, ela criou, também  com todo amor, outra filha de nome Maria.
Na sua missão materna, ela se deparou com árduas dificuldades e outros tantos sacrifícios, porém, com habilidade, abnegação e o máximo de desprendimento, tudo foi superado, sempre envidando grandes esforços e bastante energia, ao longo de sua vida, para conseguir, juntamente com seu também dedicado esposo, José Volney Fernandes, o seu sustento e o de sua numerosa prole, nem sempre dispondo de recursos suficientes para tanto.
Pode-se creditar à sua inabalável fé, aliada à firme esperança, o sucesso no vencimento dos obstáculos que se lhe apareciam, porquanto nem mesmo os piores momentos de sua vida foram capazes de abatê-la. Ao contrário, a sua determinação renascia mais forte após a superação dos embaraços.
Algumas virtudes sobressaiam na personalidade de Maria Dalila, merecendo ênfase a bravura e a força inquebrantável que a fortaleciam com surpreendente disposição e capacidade para superar quaisquer empecilhos, surgidos amiudamente ao longo da sua existência.
Quem conviveu com essa senhora sabe perfeitamente que ela foi exemplo de coragem e intrepidez, por ter enfrentado, absolutamente destemida, toda e a mais intrincada dificuldade, não esboçando o mínimo de fraquejo no decorrer da sua extraordinária jornada.
A sua visão generosa dos acontecimentos transcendeu o seu tempo e isso foi manifestado claramente logo cedo na criação de seus filhos, ao se posicionar, com vigor e intransigência, a favor da necessidade de proporcionar-lhes boa e adequada instrução, em que pesem as adversidades de toda ordem existentes àquela época. Esse seu evidente interesse pelos estudos dos filhos foi de fundamental importância para que todos conseguissem formação educacional básica e teve contribuição essencial para a orientação de suas vidas.
Dona Dalila, como era carinhosamente conhecida, foi pródiga em compartilhar gentilezas para com as pessoas e sabia, como poucos, conquistar a amizade de todos, não importando a posição social que ocupavam. Isso não era relevante para ela, porque a todos sempre tratava com muita consideração e respeito, sendo características próprias de sua personalidade, cuja vocação para acolher bem os seus semelhantes e dispensar-lhes a devida atenção, como evidência de camaradagem espontânea, era sua marca inata, fato sempre demonstrado ao receber as pessoas na sua casa, com cortesia, satisfação, afabilidade e sorriso aberto, manifestando sempre a sua felicidade e alegria do convívio.
A excelência do seu relacionamento com as pessoas, da cidade ou da zona rural, se refletiu na extensa relação de afilhados que, prazerosamente, levou-os à pia batismal, como prova inconteste do seu vasto ciclo de amizades e admiradores que soube conquistar com o seu jeito simples e sincero, ao longo da sua vida também dedicada ao amor ao próximo.
Quando ela visitava Brasília, para rever e abraçar seus filhos, suas noras, seu genro, seus netos, demais parentes e amigos, a sua satisfação era facilmente perceptível e, como corolário disso, ela permanecia demoradamente na capital federal, o tempo suficiente para amenizar a saudade que sempre existe no coração das pessoas que se amam. De igual modo, a sua alegria era visível ao receber em sua casa os seus entes queridos, a quem dedicava muita atenção e amabilidade, propiciando-lhes farta e saborosa alimentação de sua rica e especial culinária, que dava água na boca somente ao “degustá-la” com os olhos.
Não há a menor dúvida de que, onde ela se encontre agora, com certeza estará, com muito prazer, como era do seu costume, praticando, caso seja permitido no plano eterno, o muito que gostava na terra, qual seja, fazer as suas abençoadas e gostosas receitas culinárias, sempre muito deliciosas e recheadas do toque mágico da sua marca registrada, como o acerto no tempero, no ponto do cozimento e no sabor da guloseima. Uma de suas muitas receitas, da qual se orgulhava, era o famoso pão-de-ló, sempre processado com esmero e capricho.
Uma paixão que dona Dalila não escondia de ninguém era a sua imensa predileção pelas terras onde nasceu e viveu a sua infância e até se casar. Propiciavam-lhe bastante emoção quaisquer menções ou comentários acerca dos Sítios Cajueiro e Maniçoba, por evocarem-lhe boas recordações de momentos saudáveis e felizes. A sua última visita ao Sítio Maniçoba ocorreu um mês antes do seu passamento, que consistiu num momento memorável para os presentes, apesar de ter sido a sua despedida do local que tanto amava.
A autenticidade das suas opiniões e ideias sobre determinados assuntos foi uma de suas virtudes expressivas e marcantes. Ela nunca media palavras para manifestar o seu verdadeiro e sincero pensamento, sempre fiel à mais pura tradição da família Rocha, que tinha enorme prazer em fazer parte desse grupo social de respeitada tradição regional.
Tristeza era palavra pouco pronunciada no seu restrito vocabulário. No entanto, sem dúvida alguma, alegria foi a sua companheira inseparável e isso era demonstrado no dia a dia de maneira bem peculiar, especialmente quando contava causos, se divertindo a vontade e, ao final, se satisfazia com sonoras, gostosas e demoradas gargalhadas, acompanhadas do seu sorriso cativante. Era assim como ela gostava de viver...
Certamente, Deus foi muito generoso ao lhe conceder amplas oportunidades para o plantio, na sua existência terrena, de verdadeiras sementes de bondade e de amor para o bem da sua família e do seu próximo, permitindo-lhe que colhesse resultados abundantes, conforme evidenciam os seus copiosos ensinamentos de exemplos de amizade e caridade, totalmente condizentes com os mandamentos da lei divina, comprovando ter sido uma devota e dedicada à construção do bem e à prática de puras, boas e edificantes ações, satisfazendo, de forma positiva, os desígnios do Criador.
Com absoluta certeza, a sua ausência é marcante e bastante notada, especialmente no seio da sua família, que sente infinita saudade pela irreparável perda de pessoa tão especial, querida e amada, que, além do dom divino da geração de muitos filhos, soube criá-los com dignidade, dar-lhes a necessária educação e ensinar-lhes a prática do bem e do respeito para com o seu semelhante, sendo merecedora do eterno e sincero agradecimento por sua bondade, integridade, responsabilidade e pelo seu imenso amor no coração, atributos que a elegem, seguramente, candidata ao usufruto das benesses, bênçãos e dádivas celestiais, somente concedidas às pessoas que nesta vida foram fiéis seguidoras dos ensinamentos cristãos e praticaram atos de dignidade e de verdadeiro amor, sendo, pelos seus méritos, eleitas por Deus.
Pouco importa o tempo da partida de Maria Dalila Rocha, mesmo após o fiel e satisfatório cumprimento, durante exatos 86 anos e 10 meses, da sua missão bíblica na terra, as lágrimas continuam escorrendo, mas elas se volatilizam nos eflúvios de seu legado de fibra e bravura na defesa de seus ideais e da dignidade das pessoas e na esperança de dias melhores para todos.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES

Brasília, em 17 de março de 2010

Obs.: Este texto passa a ser histórico e estava sendo guardado para este momento, porque é o centésimo registrado neste arquivo  e homenageia uma pessoa muito especial, conforme se percebe nos seus escritos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fenomenal

O amanhecer de hoje, no mundo do futebol, deixou de se maravilhar com o fenomenal brilho de uma de suas principais estrelas, que tinha luz própria e conquistou a admiração de enorme legião de aficionados pelo esporte bretão, por sua genialidade e extraordinária atuação nos gramados por onde desfilou a beleza de suas arrancadas, dos seus dribles desconcertantes e dos gols geniais e importantes nas decisões dos clubes que defendeu ou do selecionado canarinho. Nesses momentos de despedidas, chega a ser utópica, para não dizer ridícula, a comparação de atleta com outro, para nomear quem foi melhor, justamente pela impossibilidade de conclusão satisfatória, porquanto cada um teve peculiar atuação em campo, palco de seu belo desempenho com a bola, que tem sido fiel cúmplice nas maravilhosas jogadas que eternizam os seus magistrais feitos em campo. O fenômeno se despede em definitivo do seu ofício predileto, mas o seu significativo legado há de contribuir para o surgimento e a formação de novos e talentosos astros, para que o espetáculo da bola continue com o brilhantismo e a intensidade na forma como  ele sempre demonstrou com bravura, superação e sucesso. Ainda bem que a fonte abastecedora dessa constelação de grandes atletas, decerto o deus do futebol, tem sido pródigo até demais e, percebendo o iminente ocaso de uma estrela de grandeza superior, anuncia imediatamente o nascimento de outros astros em sua substituição, para que a magia do futebol não sofra solução de continuidade.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES

Brasília, em 14 de fevereiro de 2011
   

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Justa homenagem

Está de parabéns a jovem guerreira Vescijudith, por sua coragem e bravura em se aventurar em plagas distantes, em terras além-mar, com a finalidade de obter aperfeiçoamento da sua graduação em Direito, em universidade de renome internacional, tendo que suplantar, com certeza, uma montanha de empecilhos, a começar pelo desconhecimento da língua de origem. Ao ensejo, convém enaltecer a importância das marcantes figuras de seus queridos pais, Bonifácio Fernandes (in memoriam) e Maria da Conceição, que, certamente, tiveram significativa contribuição no preparo educacional da homenageada. Bonifácio foi uma pessoa muito especial, por ter se dedicado intensamente à nobre e honrosa missão de servir incondicionalmente o seu irmão, praticando o difícil e espinhoso ofício de aliviar a dor e o sofrimento de uma comunidade repleta de carência e de desamparo, não medindo esforços ou sacrifícios para bem cumprir plena e satisfatoriamente a vocação de amor ao próximo. O seu legado não pode jamais ser relegada ao esquecimento, porque as grandes obras permanecem na memória e no coração do povo que reconhece com carinho a sua suprema dedicação à saúde pública.
                    
ANTONIO ADALMIR FERNANDES

Brasília, em 06 de fevereiro de 2011
   

domingo, 2 de janeiro de 2011

Obrigado, Senhor

Não se trata de qualquer surpresa, mas, de repente, se percebe que o ano chega ao fim, sugerindo que o momento seja para reflexão, com a finalidade de possibilitar a realização de um balanço e da apuração dos lucros e perdas da nossa existência.

As perdas, como de costume, foram significativas e são representadas pelas tristezas e saudades próprias do ser humano e também pela impossibilidade material da convivência e do contato permanente com todos os familiares e amigos.

Sem dúvida, os lucros superaram em muito as perdas, porquanto houve verdadeiro compartilhamento de muitas, palpáveis e inumeráveis conquistas ao longo do ano, como a celebração de inesquecíveis momentos felizes e alegres, em especial com o presente divino da chegada do amado Pedro Henrique, que veio acrescentar motivação a mais ao pleno sentimento da felicidade e do amor entre nós.

A retrospectiva do velho ano mostra um lindo e bem pintado quadro sem retoques, onde se pode vislumbrar facilmente que a safra do período foi farta e abundante,  propiciando colheita de muitos, saudáveis e bons frutos, que servirão de base para o enfrentamento dos dias futuros, tanto que, agora, estamos aqui, reunidos, com as graças e sob as bênçãos de Deus, comemorando os resultados do ano e aproveitando para distribuir irmãmente os bônus e os dividendos em forma de alegrias, felicidades e amor acumulados no período.

O surgimento de um novo ano tem o poder mágico de se ansiar por esperanças imagináveis em todos os sentidos, inclusive o renascimento de muitas e boas realizações por todos, o fortalecimento das relações interpessoais e o crescimento da fé e do amor, de modo que as nossas vidas sejam sempre maravilhosas, com a obtenção de nossas aspirações, e que o mundo seja cada vez melhor.

Ao ensejo desta ocasião especial e festiva, vamos elevar nossos pensamentos a Deus, para agradecer pela união, pela saúde, pela luz permanente, pela sabedoria, pelos ensinamentos e orientações espirituais, pelo carinho, pelas alegrias, por todos os bons e verdadeiros momentos de carinho e de felicidade e pelas fecundas realizações no ano que se finda.

Finalmente, o desejo de todos, com certeza, é de que, no ano-novo, sejam multiplicadas as realizações colhidas no ano que acaba e que Deus esteja mais uma vez presente em todos os nossos corações, para possibilitar a promoção do sublime e verdadeiro amor entre as pessoas.

Pessoalmente, quero aproveitar a oportunidade para também agradecer do coração ao bondoso Deus pela salutar, feliz e prazerosa convivência com meus familiares, amigos e até desconhecidos, em especial com meus queridos Aldenir, Alysson, Aline, Andersen, Viviane, Clara, Ana Luíza e Pedro Henrique, augurando que essa feliz companhia seja sempre iluminada pelas luzes celestiais.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
Brasília, em 31 de dezembro de 2010

O país da Alice

Depois de participar ativamente, durante nove meses, das peripécias no famoso mundo imaginário denominado País das Maravilhas, recém-desembarca no planeta Terra, com mala e cuia, a bela princesa Alice, que vem fazer temporária companhia aos seus priminhos, também princesa e príncipe, Ana Luíza e Pedro Henrique, que, juntamente com os demais componentes da corte, ficaram bastante felizes com a sua presença, a quem desejam os melhores votos de boas-vindas, principalmente em virtude do difícil e árduo caminho percorrido desde a concepção até o seu natalício. A jovem Alice tem demonstrado preocupação, motivando inclusive a perda momentânea de seu valioso sono, por não ter conseguido ainda gerenciar com eficiência a farta produção de leite posta à sua disposição. Outra tarefa preocupante será como cuidar da abundante cabeleira. Espera-se que o novo membro da corte seja esperta e inteligente quanto os seus priminhos. A Ana Luíza, por exemplo, há algum tempo, já consegue facilmente, com suas criatividades, enganar a avó Aldenir, que se derrete em candura às suas travessuras. Ninguém esquece a célebre e memorável noitada do talco, em que o quarto foi literalmente tomado pelo perfumado pó, enquanto a avó dormia o sono reparador dos justos. Já o Pedro Henrique, possuidor de QI refinado, com apenas pouco mais de seis meses de idade, já é fanático torcedor, desde criancinha, do Fogão, embora ainda não tenha sido possível identificar se isso é hereditário. Uns dizem que o DNA pode influenciar. Porém, há fortes controvérsias, podendo-se acreditar que se trata mesmo de bom-gosto precoce, apenas. Outro sinal de inteligência apurada é evidenciada quando ele recebe a visita se seus avós paternos, em que a sua reação de felicidade é instantânea e comovida, expressada mediante choro profundo e quase incontrolável. Isso é prova inconteste e suficiente da sabedoria dessa linda criança, que já sabe distinguir sem dificuldade o belo do feio. O importante mesmo é que, no castelo de verdade, continua reinando um ambiente de muita alegria, paz e contentamento com presença entre nós da querida Alice. 

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
                           
Brasília, em 13 de dezembro de 2010

O magnífico

O show do eterno beatle Paul McCartney foi apenas deslumbrante, eletrizante e fascinante. Tudo que compôs o evento teve algo de magia e elegância, especialmente as canções entoadas pelo mito, que simplesmente levaram à loucura uma multidão extasiada e totalmente embebecida pela volúpia da emoção, contagiando a todos durante a magnífica apresentação liderada por quem possui o carisma inabalado. A sua participação no palco, com o piano, baixo, bandolim, … reafirmou a fama de quem contribuiu decisivamente para a revolução da música no seculo XX. O brilhantismo do espetáculo foi acentuado com a excelência da sua banda, de somente cinco integrantes, afinada aos moldes da banda dos tempos dos Beatles, a refinada qualidade da iluminação e dos efeitos especiais do telão, a justa e merecida homenagem prestada em especial a John, George e Linda, o aveludamento e suavidade da sua voz e tudo o mais, enfim, superaram em muito a espectativa do que seria o show. Não resta a menor dúvida de que foi um momento delirante, histórico, fantástico, marcante, inesquecível, … porque protagonizado por uma lenda vida, que, por mérito, merece palmas eternas. Salve o mito Sir Paul McCartney.

ANTONIO ADALMIR FERNANDES
                           
Brasília, em 25 de novembro de 2010

Homenagem a Wagner Jorge de Miranda

Ao ensejo do transcurso do cinquentenário do Tribunal de Contas do Distrito Federal, por que não homenagear os seus servidores na pessoa daquele que é, na atualidade, o mais antigo ainda em atividade na Corte, com mais de 40 anos de profícuos serviços prestados às causas do interesse público, que se chama Wagner Jorge de Miranda?            
                  
Poucos servidores como ele podem ter tido a oportunidade de demonstrar tanta dedicação a uma instituição pública neste país. A sua competência e o seu zelo são evidenciados ao longo da quase trajetória da vida desta Corte, onde ingressou nos idos de 1966, tendo sido árduo e intransigente defensor de um controle de alta qualidade e de plena eficiência, sendo notórias a sua contribuição e  participação para o atingimento desses objetivos, com a apresentação de substanciais medidas de modernização e aperfeiçoamento dos trabalhos de fiscalização de competência do Tribunal, especialmente por ser o pioneiro na elaboração e implantação dos manuais de orientação ao exame e instrução processuais e aos procedimentos de inspeção e auditoria.

É relevante sublinhar a sua contribuição à formação de dirigentes e servidores do Tribunal, mediante ensinamentos e exemplo profissional de líder sempre bem preparado e bastante conhecedor dos assuntos pertinentes aos trabalhos sob a sua responsabilidade, sendo especialista como orientador de seus comandados e como coordenador de inúmeras comissões técnico-especializadas que participou, sempre oferecendo a melhor e mais adequada proposta à obtenção dos objetivos a serem almejados.

A sua atuação foi destacada e eficiente como Inspetor-Seccional, Inspetor e Inspetor-Geral, este ocupado em substituição ao titular, com o oferecimento de trabalhos de alto nível para a deliberação plenária.

Além da notória e reconhecida competência profissional e liderança evidenciadas nos setores onde pontificou, é servidor tranquilo, sensato, amigo, cordato e cavalheiro, estando sempre à disposição dos companheiros para a resolução de quaisquer questões, sendo incapaz de censurar ou de deixar de dar o seu apoio sempre que procurado.

É sem dúvida alguma, um servidor que simboliza muito bem os trabalhos deste Tribunal, sendo, portanto, merecedor do reconhecimento por tudo que já fez com amor e dedicação pelo engrandecimento desta Casa, que pode se orgulhar, nesta data, de ter conseguido alcançar significativos resultados, no desempenho da fiscalização dos dinheiros públicos, evidentemente graças à participação de muitos e valiosos servidores, entre os quais necessariamente deve ser destacado o Sr. Wagner Jorge de Miranda, por ter sido, sem margem de dúvida, modelo para gerações dos então Analistas e Técnicos de Controle Externo.

Antonio Adalmir Fernandes

Brasília/DF, em 15 de setembro de 2010

Boicote às comemorações

O cinquentenário da cidade mais moderna do Brasil deve ser comemorado com a efusão que Brasília merece e faz jus, disso ninguém tem a menor dúvida, porque há motivos mais do que suficientes e relevantes para essa celebração histórica. O que se questiona é se as festividades poderão ser lideradas pelos pivôs dos fatos lamentáveis, tristes e graves, recentemente vindos à lume, que colocaram por terra a autoestima e o otimismo dos brasilienses, sendo que um dos dirigentes é “bicampeão” de traquinagem, cujo único mérito, infelizmente negativo, é o de mostrar para os terráqueos, com singular nitidez, como não se deve tratar a coisa pública. Certamente que os brasilienses terão a necessária sapiência para sopesar e avaliar corretamente se, com tal liderança de organização, valerá a pena, nas circunstâncias, participar dos festejos programados em homenagem a mais um aniversário da sempre querida e amada Brasília, uma vez que a população candanga estaria, indiretamente, prestigiando e chancelando os atos praticados por quem não possui mais a mínima credibilidade e legitimidade.

Antonio Adalmir Fernandes

Brasília, em abril de 2010

Homenagem Doutorado Aline

Ilustríssimos Senhores Componentes da Mesa
Querida doutoranda Aline
Distinta platéia

É evidente que este evento solene é reservado especialmente para a avaliação do resultado dos árduos estudos, análises e pesquisas técnico-científicos desenvolvidos pela doutoranda Aline, contudo, ouso participar desta solenidade, por excepcional deferência do Professor Doutor Marcelo, presidente da Mesa, que, reconhecendo a importância e o significado do momento, permitiu-me que proferisse breves palavras.

Pois bem, julgo despiciendo expressar a grandiosidade da alegria e satisfação que invadem, nesta hora, o coração meu e de Aldenir, por presenciarmos, mais uma vez neste Campus da UNESP, a defesa de tese de pós-graduação por nossa querida Aline, que sempre nos brinda com momentos de intensa emoção, como este, em que nos é permitido participar da outorga do título de doutora, após defender com peculiar desembaraço tese em matéria específica.

O ato que acabamos de assistir significa mais uma expressiva conquista na brilhante trajetória acadêmica de Aline, fruto de intensa dedicação, persistência, esforço pessoal e sobretudo interesse na obtenção de conhecimentos da melhor qualidade, objetivando o enriquecimento de sua biografia.

O título que Aline acaba de alcançar não deverá encerrar as suas atividades voltadas para a especialização de alto nível, porém, penso que há necessidade de pôr em prática os seus conhecimentos hauridos nos estudos já realizados, de modo a compartilhar a sua experiência, em benefício do tratamento com qualidade e eficiência.

Em testemunho da verdade, sou obrigado a confessar que, desde a obtenção do agrément, após a apresentação de suas credenciais para participar das atividades neste Campus, nem tudo são flores no caminha trilhado, até aqui, por Aline, pois ela teve que superar, moto próprio, obstáculos quase intransponíveis e outros de diversas matizes.

Não obstante, minha esperança é que o sorriso fácil, espontâneo e permanente de Aline seja a certeza de outras conquistas e que os louros obtidos sejam um fator multiplicador de benefícios e da disseminação de conhecimentos e experiência.

Finalmente, na qualidade de pais da doutorando Aline, eu e Aldenir aproveitamos o ensejo para externa os nossos mais sinceros agradecimentos à UNESP, Campus Avançado de Araçatuba, por propiciar-lhe o seu aperfeiçoamento, em especial ao Professor Doutor Marcelo, que acreditou no talento de Aline, paranifou-a e orientou-a em todas as fases dos cursos e das atividades aqui realizados, e às demais personagens que, de uma forma ou de outra, contribuíram, ajudaram ou participaram para a efetividade dessa pós-graduação, aos quais dedicamos nosso pleito de eterna gratidão.

De igual modo, ao parabenizarmos Aline pela vitória merecidamente alcançada, agradecemos-lhe por nos presentear, em pleno mês natalino, com esse  título tão importante.
 
Muito obrigado a todos.


ANTONIO ADALMIR FERNANDES


Araçatuba/SP, em janeiro de 2010