sábado, 5 de janeiro de 2019

Azul ou rosa: eis a questão!


Não somente a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, quanto o assunto "cor não tem gênero" tomaram conta, nos últimos dias, dos acalorados comentados no Twitter e na mídia em geral.
A ministra que tomou posse no início deste mês, em auditório lotado por ativistas que gritavam "aleluia" e "glória a Deus", tinha a convicção de que não haverá mais "doutrinação ideológica" de crianças e adolescentes e que "menina será princesa e menino será príncipe", tendo criticado setores da imprensa, sem especificá-los.
A política afirmou, ao falar da defesa de jovens, que "Um dos desafios é acabar com o abuso da doutrinação ideológica. Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil" (Com informações da Folhapress).
A ministra, em entrevista ao canal GloboNews, disse que não se arrepende da declaração polêmica que deu após assumir o cargo no governo federal, quando ela indicou as cores azul e rosa para meninos e meninas, respectivamente.
A explicação da ministra, para a frase: “menino veste azul e menina veste rosa” foi uma “metáfora”, tendo citado ainda as campanhas de prevenção contra o câncer de mama e de próstata.
A ministra disse: "De jeito nenhum. Foi uma metáfora. Nós temos no Brasil o 'Outubro Rosa', que diz respeito ao câncer de mama com mulheres. Temos o 'Novembro Azul', que é com relação ao câncer de próstata com o homem. Então quando eu disse que menina veste cor de rosa e menino veste azul, é que nós vamos estar respeitando a identidade biológica das crianças".
Nunca na história deste país, uma frase de uma ministra foi tão bem explorada pela opinião pública, que precisava realmente dar uma sacudidela nesse tema e discutir algo que já tinha sido esquecido e até se perdido no tempo, mas precisava realmente ser resgatado, como forma de trazer à tona o sentimento de que é preciso haver a conscientização sobre a correta maneira de se criar os filhos, sem essa de doutrinação de gênero, por ser completamente incompatível com a identidade biológica.  
Em sã consciência, quem não gostaria de ser criado como nos velhos e bons tempos de nossos antepassados, em que os pais se orgulhavam quando sua filha ou seu filho e assim eles eram normalmente criados, sem essa preocupação aloprada que existe na atualidade, com a permanente imaginação ainda precoce em se saber se o filho será realmente ele ou se será ela ou se será ambos ao mesmo tempo?
      Não há desconhecer que a determinação do sexo do filho depende, basicamente, de fatores genéticos, sendo que sua concepção sempre vem acompanhada da célebre e popular frase: “que venha com saúde, sem importar o sexo”, mas a real definição do sexo, na atualidade, vai depender do equilíbrio e da sensibilidade dos pais, que precisam se conscientizar de que ideologia de gênero não faz e nunca fez parte da tradição brasileira e a sua defesa é tão desprezível que somente parcela mínima de brasileiros ainda a privilegia, talvez imaginando que a sua razão de viver precisa ser resgatada por intermédio de seus filhos, em situação absolutamente injustificável e até desumana, em termos de racionalidade e de princípios. 
É evidente que o mundo evoluiu muito e o homem precisa acompanhar essa modernidade fantástica, por conta, em especial, do surgimento de novas e surpreendentes tecnologias, mas, convenhamos, ficar preocupado com o gênero de seu filho isso já é demais, porque a questão da sexualidade vai muito além do que os país mais evoluídos possam imaginar, levando-se em conta, em especial, a composição celular do ser humano, em termos de herança transmitida via DNA dos pais, que poderá, com muito mais razão científica explicar se seu filho vestirá roupa azul ou rosa e que a escolha dele deverá ser aquela que melhor se ajuste à sua personalidade, porque é assim que deve ser a natureza, não dos homens, mas sim de Deus.
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 5 de janeiro de 2019

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Ao sabor das mudanças das nuvens?


O novo secretário da Receita Federal afirmou que estuda a implementação de uma alíquota adicional de Imposto de Renda, aplicável aos contribuintes de renda alta.
A afirmação do secretário contraria a proposta de campanha do presidente da República, que tem no seu bojo a unificação das alíquotas do tributo.
No período eleitoral, a campanha do presidente do país defendeu a isenção de Imposto de Renda para pessoas que ganham até cinco salários mínimos, com a cobrança de alíquota única de 20% para todos as outras.
O referido secretário afirmou que "O sistema tributário brasileiro precisa ter uma certa progressividade. Não iremos ao extremo de ter apenas uma alíquota. Poucas alíquotas são absolutamente adequadas e uma alíquota adicional para altas rendas, altos rendimentos".
Ele não deu detalhes sobre quais poderiam ser os percentuais adotados e disse que o tema ainda passará por avaliação no Ministério da Economia.
Para o secretário, é possível reduzir o imposto para as pessoas de renda menor e ampliar a faixa de isenção, a depender do ajuste fiscal que o governo adotar.
Hoje, a incidência do imposto de renda, para pessoa física, varia de 7,5% a 27,5%, estando isentos contribuintes com rendimento mensal de até R$ 1.903,98 e que a alíquota mais alta vale para quem ganha mais de R$ 4.664,68. (Com informações da Folhapress).
Não tem o menor cabimento o candidato defender, na campanha eleitoral, modelo de tributação a ser implantado no seu governo, com base em determinada plataforma, e depois de eleito e empossado acenar, por meio de pressuposto, por algo absolutamente diferente, em dissonância com a filosofia anunciada como meta de trabalho, na sua gestão.
Compete a seus assessores primarem pelo sentimento de trabalho estabelecido pelo candidato, que teria anunciado seu plano de gestão com a finalidade de balizá-lo à realidade brasileira e não como estratégia para se ganhar o pleito e depois imaginar outra medida totalmente diferente, dando a entender que os brasileiros que o apoiaram são um bando de imbecis e bestas, que aceitam pacifica e normalmente estupidez na mudança de pensamento do político.
O presidente do país não tem direito de dizer uma coisa, tal qual como estabelecido no calor da campanha eleitoral e depois simplesmente vir com outra ideia, que traz no seu bojo medida para taxar ainda mais os contribuintes, diante da possibilidade de pagar mais imposto, como se a carga tributária precisasse ser ainda mais perversa sobre os ombros dos brasileiros, que não suportam mais o ônus de tanta tributação, que vai além da sua capacidade contributiva para o Estado.
Ao que tudo indica, os governantes estão muito mais preocupados no afiamento de suas garras arrecadatórias, sem ao menos se preocuparem primeiro com o enxugamento da máquina pública e a eliminação dos desperdícios, para depois se avaliar sobre a possível necessidade da quebra do compromisso de campanha, sem antes apresentar justificativas plausíveis para tanto, conquanto, por princípio, a ideia original precisa ser rigorosamente respeitada, sob pena da implicação de brutal desmoralização e descrédito de autoridade, à vista do estabelecimento de metas na campanha e depois da pretensão de se  aprovar algo diferente e ainda mais prejudicial aos interesses dos contribuintes.
Convém lembrar que somente nas piores republiquetas os candidatos falam em planos de governo e, depois de eleitos, os ignoram por completo, de forma arbitrária e ditatorial, em desprezo aos seus eleitores, que acreditaram piamente neles e depois são traídos não diretamente pelo próprio político, mas, o que é mais grave, por terceiros, o que demonstra estupenda falta de palavra e caráter do político, com a quebra do compromisso de campanha, que tem sua importância para o fim de ser implementado, ante a importância do salutar princípio democrático.
É preciso que o presidente da República faça urgente leitura das suas promessas de campanha, entre elas a que se refere à reforma tributária, para que não seja permitido que pessoas que não participaram diretamente do seu pleito eleitoral, em termos de responsabilidade sobre a elaboração do seu plano de governo, venham agora sinalizar para outra forma de tributação completamente diferente daquela que foi apresentada como sendo a ideia para o seu governo e que precisa ser rigorosamente respeitada, porque os eleitores acreditaram nas suas promessas de campanha, que não podem ser quebradas apenas ao sabor das mudanças habituais das nuvens.
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 4 de janeiro de 2019

Publicação do meu 36º livro


Com o coração cheio de alegria e a satisfação por esse importante momento, informo às amigas e aos amigos que me realizo com as graças de Deus, diante da bênção e do merecimento especiais de ter concluído mais uma obra literária.
Trata-se do meu 36º livro, intitulado “Modelagem de Fatos”, que versa, como sempre, sobre a análise dos fatos da vida, na forma como gosto de interpretá-los, com destaque para os assuntos do cotidiano, tendo a política sobressaído entre os demais, por ser praticamente o maior interesse da mídia, que cuidou de noticiar mais intensamente, aproveitando a formação do ministério do novo governo federal, vindo em seguida os fatos relevantes relacionados com a administração do país, entre outros, que são modelados em forma de crônicas diárias, versando principalmente sobre a abordagem, o esclarecimento e a opinião pessoal, sempre de maneira minuciosa, acerca de temas da atualidade, sobretudo por sua relevância para a sociedade.
Como já se tornou praxe especial nos meus livros, houve a renovação da satisfação de se prestar carinhosa homenagem a alguém considerado de grande importância na minha vida, que é digno da lembrança.
Desta feita, a pessoa lembrada para homenagem se chamava José Fernandes, já falecido, que morava em Uiraúna (PB) e era meu tio, com quem tive experiência de zelador de duas sinucas, conforme mostra a descrição constante da dedicatória, cuja texto reproduzo a seguir, onde presto a ele singela homenagem, na expressão de merecidos reconhecimento e gratidão.
A fotografia da capa do livro em referência é uma linda buganvília de Brasília, com seus ímpares resplendor e beleza.
Eis abaixo a citada dedicatória:
                                           “DEDICATÓRIA
É com muito prazer que dedico este livro ao querido e saudoso tio José Fernandes (in memoriam), irmão da minha sempre muito amada avó Úrsula Fernandes (in memoriam), pessoa com quem tive quase relacionamento de trabalho bem interessante, na minha infância, quando, vez por outra, eu procurava ajudá-lo na administração de seu negócio relacionado com o aluguel de duas sinucas, que tinham movimento razoável, durante à noite. Ao anoitecer, eu já ficava o aguardando e, logo na chegada, ele ia providenciando o acendimento dos lampiões de gás, com a sua técnica toda especial de bombear o ar para a estabilização da câmara de luz de dois aparelhos e essa infalível estripulia se repetia dia após dia. Era muito engraçado que ele me confiasse o controle sobre o uso das referidas sinucas, que eram ocupadas até, no máximo, às 10h00, quando o salão parava de funcionar e, então, era feito o balanço da noitada e ele sempre reservava algumas moedas para mim, como recompensa pela minha “profícua” contribuição, enquanto ele ficava degustando um “saboroso” cigarro de fumo de rolo, dos mais grossos do gênero, sempre na companhia de alguém da amizade dele. O que mais me impressionava em tio José Fernandes era a confiança que ele tinha em mim, por deixar que o controle do seu negócio ficasse sob meus cuidados e isso me faz trazer à lembrança pessoa que, de certa forma, valorizou o meu “trabalho” infantil, como que tendo colocado alguns tijolinhos na construção da minha vida, a quem presto esta homenagem, em reconhecimento por seu acolhimento à minha pessoa.”.
Brasília, em 4 de janeiro de 2019

À espera de Deus


Junto com a sua posse como presidente do Brasil, o capitão reformado do Exército apresentou sintético esboço do seu projeto de metas governamentais que pretende realizar, nos próximos quatro anos de gestão.
As propostas do novel presidente são audaciosas e corajosas, tendo como prioridade as fantásticas reformas das conjunturas e estruturas do Estado que são imprescindíveis, inadiáveis e urgentes, diante das precariedades imperantes na atualidade, já começadas com a redução de ministérios, de 29 para 22, o que é algo expressivo, por mostrar que a sempre emperrada máquina pública precisa ser modernizada, como forma de se imprimirem os tão almejados graus de aperfeiçoamento, competência e eficiência.
As reformas sinalizam para vetores em condições de se abrirem os caminhos para o sempre sonhado desenvolvimento socioeconômico, que foi bravamente negado pelos últimos governos, que, de forma inexplicável, sempre resistiam às reformas imperiosas e inadiáveis na administração do país, como indiscutível mecanismo passível de ganho de qualidade na prestação dos serviços de incumbência constitucional do Estado.
Urge que os mecanismos de gestão pública sejam reestruturados, de modo que o governo possa se adequar às novas práticas políticas, no sentido de que o Estado tenha condições de se sintonizar, em especial, com as prioridades e os anseios da população, que está esperançosa ao extremo pela prestação de serviços públicos de qualidade, em termos da assistência básica, da maior relevância, sobretudo, no interior do país.
Não há a menor dúvida de que o novo presidente do país terá que enfrentar graves desafios de nível nacional, principalmente na intransigente busca do emprego, que tem sido o calcanhar de Aquiles dos últimos governos, em razão do arrefecimento do parque industrial e das atividades econômicas em geral, que propiciaram forte perda de empregos, em escala nacional.
          Outro importante desafio a ser enfrentado pelo governo será a forte polarização da sociedade, diante do sentimento de defesa entre direita e esquerda, conforme ficou patenteado no pleito eleitoral, de modo que essa situação exige que o presidente do país tenha bastante sensibilidade política e competência para  enfatizar premente necessidade de governança que trabalhe em prol dos brasileiros em geral, independentemente das ideologias.
Essa forma de gestão implica que o governo tem que ser realmente do povo, para o povo e pelo povo, para que os brasileiros tenham a sua dignidade resgatada, por meio da significativa melhora da qualidade dos serviços públicos prestados à população, que vem suportando as piores agruras com a deficiência na educação, na saúde, na segurança pública, na infraestrutura, no saneamento básico etc., em clara incompatibilidade com o mínimo de dignidade que precisa ser conferida ao ser humano.
A melhoria dos serviços públicos é apenas um dos compromissos do novo governo, como imperiosa demonstração de inteligência, competência e eficiência das práticas políticas, que ressentem dessa especial oxigenação por meio da renovação do verdadeiro sentido do que seja interesse público, que é o centro, a essência, das políticas públicas praticadas pelos autênticos estadistas, que precisam estar focados tão somente na eficiência da administração pública, tendo especial capacidade para a priorização das ações de interesse da população mais carente.
O presidente demonstra disposição para a promoção de abrangente programa de desestatização, mediante a privatização de empresas públicas, para mais de centenas, muitas quais desnecessárias, deficitárias e onerosas para os contribuintes, sendo aconselhável a sua transferência para a iniciativa privada, como forma inteligente de tornar o Estado mas leve, em termos de gastos até desnecessários evitáveis, embora é sabido que o tema suscita ferrenha oposição de alguns setores da sociedade, que não fazem a mínima avaliação como as empresas dispendiosas são verdadeiros pesos contra o desenvolvimento do Brasil.
As privatizações precisam acontecer com a máxima urgência, até mesmo para a eliminação dos grandes cabides de emprego, com origem nos últimos governos de ideologia conservadora, que, em pouco mais de dez anos, tiveram a audácia de criar cerca de 40 empresas públicas, normalmente sem o devido critério técnico a justificar a sua existência, senão para a acomodação de interesses pessoais, políticos e partidários, com a nomeação de apaniguados políticos, às custas dos bestas dos contribuintes, que não tem direito de reclamar sobre os absurdos que são praticados por gestos públicos insensatos quanto ao uso do dinheiro público.
À toda evidência, as privatizações são de extrema importância para a economia do Estado, que deixa de gastar com empresas certamente desnecessárias, cujas áreas têm melhores eficiência e produtividade na iniciativa privada e os resultados operacionais passam a ser incomparavelmente benéficos também em termos de tributação.
Parece contribuir para a possível eficiência da administração pública a nomeação de ministros com perfil técnico-especializado, compatível com as áreas de trabalho, característica profissional que pode assegurar maior grau de confiança dos brasileiros, no sentido de que houve a auspiciosa eliminação do sempre condenável fisiologismo na administração pública, que tanto contribuiu para a precariedade da prestação dos serviços públicos e os reiterados escândalos de corrupção com recursos públicos.
Nunca, neste país, a população exigiu tanto que a administração pública tenha à frente do governo estadista com tamanha responsabilidade de competência, eficiente e economicidade, para que ele possa alcançar, de forma efetiva, excelentes resultados e, enfim, satisfazer plenamente as carências primárias dos brasileiros.
Convém que o presidente da República consiga a tão ansiada harmonia de competência e eficiência na gestão da coisa pública e que a sua equipe seja capaz de implementar as medidas de aperfeiçoamento e modernização da administração do Brasil e de eficácia na operacionalização de múltiplas missões da mais alta relevância para o país, em sintonia com a confiança delegada ao comandante supremo, pelo povo, nas urnas eletrônicas, na esperança também  de que essa gigantesca responsabilidade tenha a ajuda de Deus, na certeza, enfim, que Ele é realmente brasileiro.
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 4 de janeiro de 2019

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Tarefa gloriosa?


O presidente da República pronunciou dois discursos, no dia da sua posse, sendo o primeiro no Congresso Nacional, em seguida à assinatura do termo de posse no principal cargo da República brasileira, e o outro já na sua casa de trabalho, no Parlatório do Palácio do Planalto, depois de receber a faixa presidencial.
Em ambos os discursos, o mandatário do país pronunciou algumas importantes frases, que merecem destaque, em razão da simbologia que seus conteúdos possam representar para os brasileiros, como forma de exprimir o pensamento dele sobre o norte a ser dado ao seu governo, sinalizando sobre o que pode e o que não deve ser adotado na sua gestão, que se encerra em 31 de dezembro de 2022, para o bem ou o mal da população, conforme for o seu desempenho à frente dos negócios do Brasil.
No Congresso, o presidente disse que: “Pretendo partilhar o poder, de forma progressiva, responsável e consciente, de Brasília para o Brasil; do Poder Central para Estados e Municípios"; "Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão”; "Com a benção de Deus, o apoio da minha família e a força do povo brasileiro, trabalharei incansavelmente para que o Brasil se encontre com o seu destino e se torne a grande nação que todos queremos"; "Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa".
No Palácio do Planalto, ele afirmou que "Coloco-me diante de toda nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto"; "Não podermos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade"; "O brasileiro pode e deve sonhar. Sonhar com uma vida melhor, com melhores condições para usufruir do fruto do seu trabalho pela meritocracia. E ao governo cabe ser honesto e eficiente"; "Vamos propor e implementar as reformas necessárias. Vamos ampliar infraestruturas, desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do governo sobre quem trabalha e quem produz"; "Temos recursos minerais abundantes, terras férteis abençoadas por Deus e um povo maravilhoso. Temos uma grande nação para construir e isso faremos juntos"; "É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”; "Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha" (com a bandeira do Brasil nas mãos, após o fim do discurso).
O sentimento que se extrai dos pronunciamentos é o de que o presidente teria dito nada mais menos, ou seja, precisamente aquilo básico que os brasileiros ansiosos por mudanças precisavam ouvir neste momento de transição política, principalmente sobre a administração dos negócios do Brasil, que precisam ser tratados no extremo da competência, eficiência e responsabilidade.
O ponto central dos discursos fica muito claro quando o presidente reafirma seu principal objetivo de implementar importantes e urgentes mudanças na administração do Brasil e essa é sem dúvida a palavra mágica esperada por todos, porque ela tem a capacidade de dar início aos demais mecanismos estruturais da gestão pública.
Embora parcela expressiva dos brasileiros insistiam na manutenção do arraigado sentimento de valorização social, em completa resistência às reformulações das estruturas fundamentais do Estado, em que a priorização administrativa se voltava para as políticas de cunho social, com a máquina pública cada vez mais assoberbada de atividades que podem perfeitamente ser desempenhadas pela iniciativa privada, como se somente coubesse ao Estado a responsabilidade pelo desenvolvimento nacional, a tendência seria o crescimento vertiginoso do sacrifício dos brasileiros, diante dos galopantes sufocamento e engessamento da máquina pública, provocados pela falta de alternativas para a expansão das atividades econômicas e sociais.
À toda evidência, essa forma anacrônica de gestão pública é responsável pela estagnação do crescimento econômico brasileiro, tendo por base princípios ultrapassados e retrógrados, que ainda funcionam na completa contramão da realidade libertária das práticas administrativas de competência e eficiência, sob o princípio da leveza do Estado, com menos funções e atividades que podem ser normalmente atribuídas, por certo, com muito mais eficiência e economicidade pela iniciativa privada.
Ou seja, é preciso que o Estado se preocupe tão somente com as atividades essenciais, como aquelas previstas na Constituição, a exemplo de educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, saneamento básico e outras que podem ser executadas sob o sistema de concessão pública, em sintonia com a modernidade dos princípios administrativos, levando-se em conta a imperiosa necessidade do enxugamento da máquina pública, que certamente funciona com maior eficiência quando menores são as suas atividades; das privatizações, em especial das empresas deficitárias, cujas atividades podem ser exercidas pela iniciativa privada; e mais precisamente da eliminação dos desperdícios no conjunto da administração pública, com a implantação de mecanismos modernos e eficientes, não permitindo que os gastos públicos extrapolem as receitas efetivamente arrecadadas.
Impende ser frisado, por dever de justiça e muito mais ainda por se vislumbrar o sentimento de eficiência e competência na administração pública, a importantíssima decisão do presidente do país de compor seu governo com a nomeação de ministros com perfil exclusivamente da sua escolha pessoal, sob o primordial critério do mérito profissional, eliminando na raiz a esculhambação disseminada em governos recentes, onde ministérios e empresas estatais eram vergonhosamente loteados entre partidos políticos, em ridícula e explícita forma assente do “toma lá, dá cá”, visivelmente em troca do apoio aos projetos de interesse do governo no Congresso Nacional, cujo sistema indecente muito contribuiu para potencializar os esquemas de ineficiência administrativa, na prestação dos serviços públicos, e principalmente de corrupção com recursos públicos, à vista dos casos vindos à tona na Operação Lava-Jato, de todos conhecidos.
Enfim, convém que o presidente da República saiba interpretar com sabedoria e inteligência as linhas mestras de seus discursos de posse, onde estão escritos os principais nortes e balizamentos para a sua gestão administrativa, que jamais poderá se desviar dos salutares fundamentos da reformulação das arcaicas estruturas e conjunturas do Estado, do enxugamento da máquina pública, do rigoroso combate à criminalidade e principalmente da intransigente perseguição aos princípios da eficiência, competência e economicidade na administração pública, de modo que os gastos públicos sejam enquadrados sob princípios de priorizações à satisfação das necessidades públicas, sempre visando ao aprimoramento e à qualidade da prestação dos serviços públicos de incumbência constitucional do Estado.  
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 3 de janeiro de 2019

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Amanhã vai ser outro dia?


Em mensagem divulgada pouco antes da meia noite, bem próximo da passagem de ano, o ex-presidente da República petista divulgou nota recomendando que seus apoiadores não baixem a cabeça, assegurando que 2019 será ano de "resistência e luta", em referência ao novo governo do presidente da República. 
Em texto publicado na página de seu partido, o petista afirmou que "Não vamos baixar a cabeça nem deixar que tirem nossa alegria de viver e de batalhar por dias melhores. Nós sempre tivemos coragem de lutar e temos coragem de recomeçar".
O ex-presidente citou, na mensagem aos seus seguidores, frase da autoria de um cantor seu idólatra, nos seguintes termos: "Como diz a canção do grande Chico Buarque: ´Amanhã vai ser outro dia´".
Como se ninguém soubesse, o petista lembrou que passaria o Ano Novo encarcerado, tendo afirmado: "Como vocês sabem, vou passar o Ano Novo numa cela em que fui preso sem ter cometido crime nenhum, condenado sem provas e sem direito a um julgamento justo. Mas não me sinto só. Não estou só." (Com informações da Folhapress).
Ao incitar seus seguidores para não baixarem a cabeça, por considerar que 2019 é ano de “resistência e luta”, o ex-presidente dá clara lição antidemocrática de não aceitação do resultado da eleição presidencial, dando a impressão de que a derrota não fazia parte dos planos políticos de seu partido, que somente aceitaria a vitória nas urnas, em nítida evidência de prepotência política.
Ele também lembrou que “amanhã vai ser outro dia”, como quem dizendo que a derrota teria sido muito dura para seus planos políticos, que neles somente têm cabimento a vitória, como se a derrota deveria existir para seus opositores.
Agora causa tremenda perplexidade o petista ter afirmado, pasmem, que a mudança de ano dele seria em uma cela, em que pese ter sido preso absolutamente sem prova e sem direito a julgamento justo, em razão de não ter cometido crime algum.
O mais estranho de tudo isso é ele falar e afirmar esses gigantescos disparates, na certeza de que há ainda seguidores completamente ingênuos que acreditam muito nas suas histórias sem fundamento, sem se preocupar com a verdade sobre os fatos, como nesse caso de que a Justiça o teria condenado injustamente, ante a ausência de provas, quando elas existem nos autos e são robustas e incontestáveis sobre a materialidade dos fatos denunciados à Justiça.
Ocorre que, só o fato de ele ter sido julgado e condenado pela Justiça, que ainda determinou a sua reclusão em processo que seguiu rigorosamente as praxes do Judiciário, onde foi observado cegamente os procedimentos aplicáveis ao caso em questão, já é mais do que suficiente para se concluir que o petista não tem o mínimo respaldo jurídico para se considerar injustiçado.
Tanto o ex-presidente como as pessoas ingênuas que acreditam piamente em afirmações inconsistentes e alheias à realidade dos fatos precisam se conscientizar de que não tem o menor cabimento alguém ser julgado, condenado e preso sem as devidas provas sobre a materialidade da autoria do crime, diante principalmente da impossibilidade jurídica, que caso dessa magnitude se materialize aos olhos da Justiça extremamente ciosa da sua responsabilidade quanto à fiel e rigorosa observância do ordenamento jurídico do país, não permitindo que falha absurda e de elevada gravidade possa ocorrer, em pleno século XXI.
A verdade é que, quando há a comprovação de condenação sem as devidas provas, além de outras medidas jurídicas, o processo pertinente é simplesmente anulado, perdendo validade o julgamento e a condenação, evidentemente se tivesse validade a caluniosa alegação aduzida pelo ex-presidente, sem a menor base para isso, por absoluta falta de elementos probatórios, à vista da integridade do processo pertinente ao julgamento, que permanece, desde o julgamento final, em janeiro de 2018, intocável, com suas peças em plena validade.
Esse fato contradiz, por completo, a afirmação do petista, pela falta de provas, que impossibilitaria, se elas existissem, a formalização das sentenças adotadas nas primeira e segunda instâncias da Justiça.
Ademais, o juiz que julga e condena sem provas nos autos, se comprovados tais procedimentos irregulares e indevidos, fica passível de condenação pelo crime de prevaricação, por ter agido de forma deliberadamente desidiosa e irresponsável, para prejudicar, sem causa, o denunciado, o que não se caracterizou até o momento, com relação aos juízes que o condenaram, levando a se acreditar que não faz o menor sentido que o petista continue tentando enganar pessoas com informações falsas e sem nenhuma base jurídica, como essa de falta de provas.
Ao contrário disso, se realmente não tivessem robustas provas, no caso do triplex, ele jamais estaria preso e ainda por tanto tempo, diante da sua relevância como ex-presidente da República, a maior autoridade do Brasil, que dificilmente teria sido condenado e preso se ele fosse realmente inocente, mas, infelizmente, ainda há quem acredite nessa horrenda, deprimente e melancólica história de Trancoso.
Sem dúvida alguma, à toda evidência, uma das maiores aberrações do discurso em comento cinge-se na afirmação de que o petista teria sido condenado “sem direito a um julgamento justo”, quando ele foi defendido em juízo por equipe de advogados especialistas do Direito, composta por mais de vinte juristas de escol, tendo protocolado mais de oitenta recursos, com direito, na forma da Constituição Federal, à ampla defesa e ao contraditório, não tendo sido observada ou anotada a menor restrição quanto ao acesso aos autos e muito menos cerceamento legal e processual de qualquer natureza, como forma de fundamentar, de forma justa, essa indevida e leviana acusação de falta de direito a julgamento justo.
Somente esse fato já demonstra a maneira irracional e desonesta como alguém pretende induzir pessoas à interpretação distorcida sobre a realidade dos fatos, em clara evidência de que a verdade sobre eles não interessa que venha à tona, porque isso não convém aos seus planos e objetivos políticos.
Apenas como informação aos enganados crédulos e ingênuos que ainda insiste em continuar a acreditar em inverdades, os recursos movidos pelo político preso, na ação objeto da sua prisão, foram todos negados pela Justiça de todas as instâncias, o que demonstra a incapacidade da ilustrada equipe de advogados de comprovar a tão decantada inocência, fato este que põe por terra todas alegações no sentido de que ele é perseguido e judiado pela Justiça, que o teria julgado sem provas e ainda, pasmem, “sem direito a um julgamento justo”, porque ele tanto não consegue provar isso como também não teve condições de demonstrar a sua inocência sobre os fatos denunciados à Justiça.
Aliás, o entendimento sobre julgamento justo jamais poderia ter sido dispensado, de outra maneira, no caso em comento, quando foram observados, de forma rigorosa, obviamente em razão, em especial, da relevância da pessoa envolvida, os princípios jurídicos e os procedimentos constitucionais e legais cabíveis e aplicáveis ao caso, não tendo sido indicado pela defesa nenhum caso passível de caracterização de erro judicial, em combinação com a negação de todos os recursos impetrados no curso do processo.
Esses fatos corroboram a afirmação de que carecem de elementos probantes as argumentações sobre “condenado sem provas e sem direito a um julgamento justo.”, o que é bastante lamentável que essa forma de expediente ainda seja explorada junto a pessoas ingênuas e outras nem tanto, que bem merecem saber e também acreditar sobre a verdade acerca dos fatos relacionados com esse horroroso affair, envolvendo político da maior relevância do país, que precisa defender a sua honra, mostrando apenas a verdade sobre os fatos da história.
É preciso que os piedosos e ingênuos apoiadores fiquem sabendo que nem nas republiquetas alguém é julgado e condenado à prisão sem ter cometido crime algum, porque seria humanamente impossível que tantos julgadores pudessem chegar ao mesmo veredicto se não houvesse, nos autos, as provas pertinentes aos fatos objeto da denúncia à Justiça, salvo somente nos casos em que há a banalização sobre o desvio de conduta, sem que isso não possa ser caracterizado crime grave, como forma passível de justificar a ideologia da impunidade, muito comum nas republiquetas, em confirmação de que os princípios da ética e da moralidade somente se aplicam nos casos quando não prejudicarem os interesses pessoais e partidários.
          A pior gravidade de tudo isso é justamente que o todo-poderoso tem absoluta certeza, diante das manifestações dos seguidores, de que ainda existem milhões de pessoas que acreditam em sua inocência, como se ele fosse a pessoa realmente injustiçada da face da Terra, embora ele não tivesse, como é do seu dever, condições de contestar e demover dos autos as robustas provas coligidas nas investigações sobre a materialidade da autoria dos fatos denunciados à Justiça.
Há esperança de que os brasileiros realmente possam acreditar que “amanhã vai ser outro dia” e que, nesse novo amanhã, seja possível de se vislumbrar o encorajamento dos homens públicos, no sentido de somente falar a verdade para seus seguidores sobre os fatos da história, sem o menor sentimento de oportunismo, para que o povo jamais seja enganado nos seus propósitos e na sua ingenuidade, porquanto a política precisa se assentar e se consolidar em bases sólidas e consistentes, onde seus pilares possam dar forte sustentação aos princípios democráticos.     
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 2 de janeiro de 2019

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Feliz Ano-Novo


O glorioso ano de 2018 se exauriu, há pouco instante, tendo completado seu ciclo de existência e deixado o seu rico ou pobre legado para a humanidade, dependendo das circunstâncias, que pode ter contribuído para algum ensinamento, alguma lição de vida, grandes realizações ou simplesmente passado sem ser sequer notado, em termos de oportunidades, não servindo para coisa alguma, mas a verdade é que ele sempre esteve presente em nossas vidas.
Ou seja, foi mais um ano que se despede de nós, que pode até ter deixado saudades, pelos bons momentos vividos durante o seu percurso de exatos 365 dias, cujo balanço compete a todos que participaram dessa aventura chamada vida e cada um tem a sua própria história para ser contada, já agora no limiar de 2019.
É importante que nessa contabilização dos lucros e perdas, o resultado tenha sido positivo, com o saldo no final do ano muito bem representado com as letras no azul, mostrando que o desempenho esteve na conformidade do planejado, tendo sido possível direcionar os rumos da vida cuidadosamente sob as receitas do equilíbrio, da bondade, da felicidade, da compreensão e do amor.
Nesse balanço do exercício, todos os acontecimentos precisam ser avaliados e analisados, mas à parte na história do cotidiano, em 2018, um fato ganha relevo especial, que foi a eleição do novo presidente da República, resultante de disputa marcada pelos extremismos de direito e esquerda, em que o candidato que prometia mudanças para o Brasil sagou-se vitorioso, trazendo na sua enorme bagagem de estadista muitos planos de governo, tendo por base a revolução de tudo que foi executado por governos anteriores, cujo resultado mostrava algo desanimador, diante da falta de perspectivas sobre reformas das estruturas arcaicas, ultrapassadas e retrógradas do Estado, apenas com surradas promessas mirabolantes do mesmice progressismo, para que tudo permanecesse exatamente como antes, imutáveis, sem reformas, sem novidades, sob a égide do idealismo socialista, que tem como exclusiva finalidade a absoluta dominação das classes política e social e do poder, com o emprego de sacrossantos métodos em que os fins justificam os meios.
Não que o presidente eleito seja a esperança da mudança da água para o vinho, num passe de mágica, mas ele pode ser o instrumento capaz de realizar a promessa de fazer algo diferente de tudo o que já foi implementado no passado recente e o resultado disso é absolutamente palpável, em que ainda grassa no país graves precariedades, principalmente no que se refere à prestação dos serviços públicos de incumbência constitucional do Estado, que arrecada bastante, mas desperdiça rios de dinheiros com gastos supérfluos, sem controle, fiscalização e efetividade, cuja marca principal dos governos do passado foi a crônica falta de priorização das políticas essenciais para o atendimento à satisfação da população e o resultado é resumido na generalizada desordem administrativa, em termos de competência e eficiência na gestão dos recursos públicos.
Por óbvio, a promessa de mudança de mentalidade poderá servir de parâmetro administrativo para a população avaliar os governos do passado e a gestão que se inicia neste ano que tem início hoje, a qual poderá ter bastante sucesso, caso as suas políticas sejam assentadas em princípios de modernidade e avanços econômicos, sociais, políticos, morais e administrativos, notadamente com a reformulação das viciadas e apodrecidas estruturas administrativas, tendo como meta o enxugamento da máquina pública, mediante necessárias privatizações, e a implementação de ações exclusivamente para a satisfação do interesse público, acabando de vez com as vergonhosas coalizões de governabilidade, que foram foco de poluição moral, à vista de avançados e prejudiciais sistemas de corrupção na administração pública, conforme mostram os fatos.     
O certo mesmo é que, em 2018, aconteceram momentos repletos de realizações e coisas boas e agradáveis, que, comparadas com os naturais problemas, desilusões e até frustrações, o balanço é superavitário, com saldo positiva que passa para 2019, cuja história será contada logo mais, depois de transcorridos esperançosos 365 novos dias.
Há esperança de que 2019 seja diferente do ano que passou, com melhores perspectivas de excelentes realizações, diante das normais mudanças de fluidos que são emanados em cada pessoa, a depender da sua sabedoria e de seus desejos, porque eles tendem a se tornar realidade, quando a mentalidade positiva invade seus desejos benfazejos e de pura generosidade.
Convém que a virada do ano, com o encanto dos festejos, não seja somente um momento, uma data especial, mas um importante marco de esperança para o repensar sobre o que foi feito e realizado, até então, bem assim para a definição do que se deseja, em forma de objetivos a serem alcançados, com a imaginação de que eles possam se tornar realidade, por se acreditar na sua justeza e plausibilidade.
É importante que a magia das festas da passagem de ano possa irradiar nos corações das pessoas o verdadeiro e ardente sentimento de maravilhosas transformações nas suas vidas, de modo que a radiante chegada do Ano-Novo, com o entrelaçar de taças de champagne e vinhos franceses, os gritos de saudação, os abraços fraternos, os cumprimentos de mãos convirjam para o caminho da esperança, da bondade, da compreensão, da harmonia, da aceitação, da fraternidade, da felicidade e do amor.
É preciso que os gritos de alegria e felicidade pelo surgimento do Ano-Novo possam aparecer e ecoar, de maneira insistente, até enquanto o ano existir, para que essa fantástica energia sirva de combustível para boas realizações.  
Feliz Ano-Novo.
Brasília, em 1º de janeiro de 2019